sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Convite

Palestra Gratuita do GRUPASP
Dia:29/10/2010 às 14 hs.

Tema: Fibromialgia primaria e secundária a Artrite Reumatóide
Apresentada pela Dra. Ándrea Kayo (fisioterapeuta)
Local: Associação Cultural Mie Keinj
Avenida Lins de Vasconcelos, nº 3352
Ao lado do Metro Vila Mariana.
Inscrições Gratuita através dos telefones: 11 - 5574-5996 ou 5574-6438

Contamos com sua presença.
Haverá sorteios de brinde e um delicioso coquetel após a palestra.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Sete curiosidades sobre o iogurte

Aliado da flora intestinal, o derivado do leite também é um poderoso antídoto contra doenças cardíacas, artrite e câncer.

Ele aparece nas propagandas desafiando a todo e qualquer intestino preguiçoso. O poder laxativo do iogurte é conhecido, bastante testado e sempre evocado para estimular a venda do produto.

Embora o ponto forte desse derivado do leite seja estimular a flora intestinal, os benefícios e qualidades nutricionais do alimento não estão restritos a essa função. Conheça sete curiosidades sobre o iogurte a aprenda a usá-lo a favor do organismo.

O primeiro alimento

Quase uma unanimidade nas geladeiras modernas, o iogurte é um derivado do leite e herança dos antepassados. Segundo escreve David Grotto, no livro “101 alimentos que podem salvar sua vida” (Editora Larousse), o produto é possivelmente um dos mais antigos da história da humanidade.

No livro, o autor relata que a primeira fabricação pode ter sido na acidental, quando estava sendo guardado em urnas e sacos feitos com pele de cabra. Mais tarde, as civilizações reconheceram os benefícios do iogurte e falaram sobre os atributos de “purificação” e sua contribuição para a longevidade.

Foi só no século 20 que as culturas usadas na produção do iogurte foram isoladas por Elie Metchinikoff, do Instituto Pasteur, que recebeu o Premio Nobel pela descoberta.

Bactérias do bem

De acordo com o Food and Drug Administration (FDA), órgão americano que controla medicamentos e alimentos, para que um derivado do leite seja denominado de iogurte, deve ser fermentado por bactérias específicas, cientificamente chamadas Streptococuccus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus, que produzem um produto mais grosso e encorpado, e são os principais agentes no bom funcionamento do intestino.

Camila Leonel, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que o intestino humano é formado por bactérias boas e ruins. O iogurte contém uma cota de bactérias boas superior aos demais derivados do leite. É esse coeficiente elevado que estimula o funcionamento ideal do intestino.

Hálito fresco

Um estudo japonês descobriu que voluntários que consumiam 150 gramas diárias de iogurte sem açúcar e que continham as bactérias Streptococuccus thermophilus (as tais bactérias do bem) tiveram uma redução nas concentrações de uma bactéria que induz ao mau hálito, relata Grotto no livro.

Fonte de cálcio

A nutricionista da Unifesp também revela que assim como o leite, o iogurte é rico em cálcio, micronutrientes e proteínas, sendo um poderoso aliado no combate à osteoporose e à hipertensão.

“Hoje temos trabalhos na medicina que mostram o valor do cálcio no controle da hipertensão. Dentro do contexto de uma alimentação saudável, balanceada, esse componente, presente no iogurte, pode ser um ponto de apoio no controle da pressão.”

Tolerância zero

Camila também revela que o iogurte pode ser uma alternativa às pessoas que têm intolerância ao leite. Embora seja um derivado do leite, o produto contém um nível bastante reduzido de lactose, açúcar que não é digerido pelo organismo dos intolerantes à lactose, e o responsável por provocar diarréias e outras complicações.
Aliado da dieta

Para controlar a fome e favorecer a manutenção da dieta, o iogurte é uma ótima opção de lanche da tarde, no intervalo entre as refeições, defende nutricionista. Ela afirma ainda que o frozen iogurte, sorvete feito tendo como base o alimento, é uma boa alternativa para quem deseja um refresco somado à pitada doce no cardápio do dia. A dica, porém, exige cautela.

“É preciso cuidado com os complementos oferecidos nas sorveterias. De nada adianta investir no sorvete a base de iogurte se a escolha dos acompanhamentos for incorreta. Prefira frutas aos ingredientes mais calóricos.”

Prevenção no copinho

No livro “101 alimentos que podem salvar sua vida”, David Grotto não poupa elogios ao iogurte. O autor apresenta possíveis propriedades medicinais do alimento, com base em estudos feitos em laboratórios e testes de amostragem em humano, confira.

Artrite: ratos com artrite, alimentados com iogurte que continha a bactéria Lactobacillus bulgaricus, tinham apenas uma inflamação suave.

Doenças cardíacas: um estudo feito com 33 voluntárias que consumiram iogurte convencional durante quatro semanas mostrou que o produto provocou aumento das taxas de HDL, o colesterol bom.

Câncer de cólon: outro estudo com camundongos, nos quais foi induzido um carcinoma colorretal (células cancerígenas no intestino grosso), descobriu que, quando o iogurte era agregado à dieta, havia um aumento na atividade anticancerígena.


Fonte:IG

terça-feira, 19 de outubro de 2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

domingo, 10 de outubro de 2010

Centenários brasileiros contam como viver a vida depois dos 70

G1 ouviu histórias de quem já passou de um século de vida.



Dona Zezé, de 102 anos, faz terapia ocupacional

O Brasil tem pelo menos 17 mil pessoas com mais de cem anos – segundo os dados preliminares do Censo 2010 divulgados no final de setembro –, um número que deve aumentar segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Estatística). São pessoas que passaram a terceira idade com saúde e que agora chegam ao que médicos estão chamando de “quarta idade” – como dona “Zezé”, de 102 anos, que mora em Belo Horizonte.
Todos os dias dona Zezé (dona Maria José Bossi Scellner no RG, nascida em 17 de dezembro de 1907) acorda às 7h e se mantém cheia de atividades. Participa de sessões de terapia ocupacional, faz aulas de música e frequenta uma vez por semana um centro espírita. “Meu sobrinho me pega e me leva para eu ver a palestra. Levo uma garrafa com água. A reunião acaba às 22h e ele me traz de volta”, conta ela.
Dona Zezé é um exemplo típico de pessoa que não deixou se abater pela idade avançada. Viúva há 33 anos, ela só deixou de trabalhar, como costureira, quando a visão não mais permitiu, há apenas um ano. “Essa roupa que eu estou vestida, fui eu que fiz”, conta, orgulhosa. Vaidosa, além das roupas alinhadas, ela não fica sem batom e pinta o cabelo a cada dois meses.



Dona Antonia, em seu aniversário de 106 anos

Para dona Zezé, a atividade é essencial para viver feliz na “quarta idade”. Isso e uma atitude positiva. “Não guardo raiva de ninguém. Esqueço tudo, o vento leva”, afirma.
O médico psiquiatra Elko Perissinotti concorda com a receita. “O que a gente mais ouve de quem tem mais de 70 anos é ‘vou fazer isso para quê? Estou no fim da vida’. Mas o que alguns chamam de ‘fim da vida’ pode durar muitos anos. Anos que precisam ser proveitosos”, afirma Perissinotti, do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Para envelhecer com saúde, segundo ele, é importante fazer o que ele chama de “musculação para o cérebro”.
“Todas as pessoas perdem massa muscular quando envelhecem e é por isso que fisioterapeutas recomendam musculação. Com o cérebro, é a mesma coisa. Você perde neurônios, então precisa se exercitar para se manter em forma”, explica.
Nessa linha, dona Zezé está seguindo exatametne a recomendação médica. “Aulas de música, como piano, violão, são um exercício fantástico para o cérebro. De idiomas também. E elas estimulam a sociabilidade.”, afirma Perissinotti.
Mas, é claro, não basta a boa vontade do idoso. Os parentes precisam estar envolvidos. “A família é essencial para isso. O idoso precisa se sentir parte da família. Precisa viver, não ser visitado”, completa.



Antonia, com uma taça de vinho na mão, e parte da
família reunida.

Dona Antônia Ferreira Sampaio, de 106 anos, conta com esse apoio. Ela vive em São Paulo, com parte da família. “Parte”, porque são 15 filhos (dez já falecidos), 27 netos, 28 bisnetos e três tataranetas. Apesar do paparico dos familiares, ela confessa que é difícil lembrar o nome de tanta gente.
Como dona Zezé, dona Antonia faz questão de se manter no batente. Ela ajuda nas tarefas de casa -- tirar a roupa do varal é a sua responsabilidade. E, apesar da idade, não deixou de viajar. Em maio deste ano, ela voltou à Bahia, onde nasceu, para passear por Porto Seguro e Ilhéus. A parte favorita da viagem? O voo. “O avião é gostoso demais. Quero voltar para lá”, conta.
O aposentado João Alves Prestes é um ano mais novo do que Antonia, e tão ativo quanto. Nasceu em 15 de agosto de 1905 e tem a saúde tão boa que todos os dias faz uma caminhada pelo bairro. “Ele não tem problema de saúde. Fez exames no mês passado e está zerado. Pressão, colesterol, está tudo bem”, conta o filho Jair Alves Prestes, 61.
Na casa dos Prestes, em Santo André, no ABC, é a neta Rosângela que anuncia em suas anotações o tamanho da família: “são 9 filhos, 32 netos, 40 bisnetos e 9 tataranetos.”
Sentado em uma poltrona, ele diz que “é Deus” o “culpado” por ele ter vivido mais de um século. “Nunca imaginava isso. Tenho muita saúde.”



João Prestes caminha todo dia pelo quarteirão de sua casa.


Fonte:G1

Saudosa tubaína

Em Tatuí, acompanhamos a produção da Tubaína Vieira. Com gostinho de infância, a bebida tem até bar especializado em São Paulo.



A peruana Verônica Goyzueta formou-se jornalista na Universidade de Brasília. Depois, se mudou para São Paulo e trabalhou como correspondente para jornais da Espanha e do Reino Unido. “Fui ficando, me apegando à cidade. Gosto muito de São Paulo", justifica. Paralelamente ao trabalho, em julho de 2009, Verônica abriu na capital paulista, na região do Baixo Augusta, o Tubaína Bar, endereço temático que comercializa 24 tipos de tubaínas, trazidas principalmente do interior do estado. De fora, só a maranhense Guaraná Jesus e a peruana Inca Kola.
A carta traz ainda quinze drinques à base da bebida. O conceito da casa tenta resgatar a tradição do interior paulista, tanto nas bebidas quanto nas comidinhas que são servidas para acompanhar as tubaínas. Sócia na empreitada, Sol Caldeira é a responsável pela cozinha. “A freguesia é variada: executivos da Avenida Paulista, cinéfilos, baladeiros do Baixo Augusta, nostálgicos e gente do interior que vive na capital. Todos têm uma identificação com o refrigerante”, reforça Verônica. Desses clientes, ela costuma ouvir histórias, lembranças de festas de família, de carnavais.

O bar foi o local escolhido para a última degustação às cegas de tubaína promovida pela revista Prazeres da Mesa, publicada na edição junho. Como critério, as candidatas deveriam ser paulistas, consumidas dentro do estado de São Paulo e conter guaraná e xarope de tuti-fruti. Foram analisados o buquê, o gás, o açúcar e o sabor que, quase como o vinho, se “revela” enquanto a bebida está sendo provada.
No balanço final, a Etubaína Orlando, de Ribeirão Preto, e a Cotuba, de São José do Rio Preto, empataram e dividiram o primeiro lugar. O segundo ficou com a Tubaína Vieira, produzida em Tatuí. Na pontuação, que ia de zero a quarenta, ela ganhou nota 34. Foi considerada gostosa: com boa quantidade de gás e doce como uma bala, mas, na medida certa de açúcar.
O iG Comida foi até Tatuí conferir os segredos da Tubaína Vieira, embora os proprietários escondam a sete chaves os ingredientes e medidas da sua composição. “É uma receita familiar e cinquentenária, passada de pai para filho, com o correto processamento de cada um dos ingredientes, aplicados em doses e sequências exatas. Nada mais posso dizer”, conta enigmático Fábio Rossi Rodrigues Alves, sócio-proprietário da empresa familiar, que produz 2 milhões de litros de refrigerantes por mês. São seis sabores: tuti-fruti (carro-chefe), guaraná, abacaxi, soda limonada, laranja e cola.
“É um refrigerante composto por essências e com uma porcentagem de guaraná”, explica Ciro Rodrigues Alves Filho, um dos sócios da empresa e pai de Fábio. Para se ter uma ideia, a produção de tubaína no Brasil abraça 30% do mercado de refrigerantes no país. Não é pouco. No quesito vendas, a empresa assume o primeiro posto entre os produtores da região e o segundo nas outras regiões onde é comercializada.
Os produtos podem ser encontrados em São Paulo, no sul e sudoeste do estado e também no norte do Paraná. A empresa comercializa o refriferante em garrafas de vidro de 600 mililitros e nas do tipo pet, com litragem variada. As de vidro passam por um processo de limpeza e higienização relativamente longo (cerca de uma hora), feito com detergentes especiais e produtos químicos adequados, combinados com água em diversas temperaturas. Depois disso, as garrafas são examinadas uma a uma. O engarrafamento é padrão e também automatizado para os dois tipos de embalagens. A garrafa entra vazia de um lado e sai cheia e tampada do outro, sem contato com o operador. E seguem para a inspeção pós-envase, novamente uma a uma.

Fonte:IG

sábado, 9 de outubro de 2010

A terceira onda da gripe suína

Especialista em infectologia alerta para uma nova pandemia do vírus H1N1. E a história indica que os idosos serão os mais afetados em um novo ataque dos micro-organismos.
Há pouco mais de um ano, o planeta estava em alerta. A preocupação com o risco de pandemia nos primeiros meses deu lugar ao alívio com a criação da vacina capaz de imunizar seres humanos contra o vírus H1N1, causador da gripe suína.
Entretanto, o risco de uma nova onda da doença existe. O alerta foi feito pelo virologista John Oxford, professor da faculdade Barts & The London School of Medicine and Dentistry de Londres, um dos principais pesquisadores no mundo do vírus influenza, em visita ao Conselho Global de Higiene, realizado no Brasil em junho. VivaSaúde conversou com o especialista. Confira a entrevista.

O H1N1 está controlado?

As pandemias de 1918, de 1957 e de 1968 surgiram em diversas etapas. Esses surtos nos mostram que o problema piorou conforme as ondas se sucediam. Então, se estamos interessados em preveni-las, ainda é preciso tomar muito cuidado. Muitas pessoas acreditam que tudo está controlado. Mas no ano que vem haverá uma mudança. É quando deveremos redobrar a atenção, pois o único grupo que não foi atacado até agora é o das pessoas com idade superior a 65 anos. E são essas as pessoas mais vulneráveis ao vírus influenza e, em geral, aquelas que morrem em decorrência de complicações da gripe. Os idosos, na história das pandemias do século passado, foram os que tiveram a maior taxa de mortalidade no terceiro ano de surto, em comparação ao primeiro ano.
O influenza é um organismo que se adapta. O vírus mais perfeito é aquele que se encaixa em todos os grupos e faixas etárias. Neste momento, o H1N1 ainda não atinge todas as classes. Atualmente, o agente ataca jovens, obesos e mulheres grávidas. Portanto, o grupo de idosos com mais de 65 anos, que corresponde a 20% da população, no momento está seguro. Infelizmente, eu não acho que essa situação continuará dessa forma. E esse micro-organismo vai criar mutantes, variantes genéticos, e no final um deles conseguirá atacar os idosos. Depois, ele se tornará o tipo dominante, capaz de atingir todo tipo de indivíduos.

Esta pandemia é tão perigosa quanto às do século passado?

Eu acho que esse surto está sendo subestimado. Ao analisar o número de mortes causadas pela nova gripe, à primeira vista, o problema parece menos grave. O total de óbitos é bastante inferior às vítimas das outras três pandemias. De fato, é exatamente isso o que mostram os dados.
Mas devemos considerar que haveria mais mortos se não tivéssemos interferido. Pela primeira vez aconteceu uma mobilização global. Nos EUA houve um grande impacto nos indivíduos jovens e entre as mulheres grávidas, atingindo a comunidade de um jeito inesperado. No ano que vem, esse vírus vai atingir o grupo de pessoas com mais idade. Será quando o número de óbitos crescerá. É por esse motivo que eu acredito que precisamos nos atentar a essa questão agora, provavelmente com mais seriedade do que levamos na primeira onda.
Será necessária uma nova vacina?

Este ano a vacina ainda vai ser tão boa quanto no ano passado. Neste momento não há nenhuma evidência de que o vírus está mudando suas características biológicas. Ele não precisa mudar agora, ainda existem muitas pessoas suscetíveis aos seus ataques. Mas a partir do ano que vem, e especialmente em junho de 2012, provavelmente ele irá mudar. Cientistas do mundo todo estão atentos às mutações. No final desse inverno vamos procurar saber se já existem os primeiros vírus mutantes.
Qual é o potencial de sobrevivência e transmissão do vírus?

Quando uma pessoa espirra sem tapar a boca, o vírus é projetado e pode se fixar em qualquer superfície, permanecendo vivo de 4 a 8 horas. E não adianta limpar apenas com água, é preciso usar produtos de limpeza para desinfetar o local com produtos apropriados. Depois da limpeza, a pessoa deve lavar as mãos, caso contrário, os agentes que ficaram em sua pele sobreviverão. É possível quebrar a cadeia de transmissão do vírus com base no conhecimento. É por isso que estamos usando a comunicação para que as pessoas saibam como lidar com bactérias e vírus.
A mensagem básica é limpar as superfícies com desinfetante e ficar sempre alerta em relação à distância social. Cada um tem a sua responsabilidade de se proteger e de prevenir que outras pessoas sejam infectadas.
Qual é a importância de uma boa higiene no combate ao H1N1?

Estamos expostos ao canal de transmissão o tempo todo, no contato social. Um exemplo: se eu tenho um tipo de vírus influenza e fico a 2 metros de distância de uma pessoa não infectada, ela provavelmente está segura. Mas se esse espaço entre nós cair para menos de 1 metro, esse indivíduo já não estará mais seguro. Estar imunizado, manter uma distância social segura e manter hábitos de higiene são questões importantes.

Quais ações de higiene são mais efetivas?

Estamos interessados em combater os micro-organismos perigosos por meio de hábitos em casa, o lugar preferido desses agentes. Muita gente acha que vai pegar as doenças em outros lugares, mas o domicílio é um dos principais focos de transmissão, uma vez que as residências estão repletas desses seres. O que levamos para dentro casa, como os produtos animais, geralmente estão infectados com inúmeros micro-organismos. Os animais de estimação também têm e transmitem bactérias para seus donos. Mas é nesse ambiente onde as pessoas vivem e não dá para mudar isso. Por isso, é importante ter uma barreira de proteção por meio da higiene. Isso dá certo, não há como errar.
Devemos dar um enfoque a medidas que impeçam a disseminação dos vírus. É uma questão de aprender e ensinar aos outros como as bactérias e os vírus se reproduzem. E fazer a higiene pessoal básica. Todo mundo deve levar esse aspecto muito a sério.
Mantenha as mãos limpas para se livrar dos vírus

A forma certa de higienizar: utilize sempre água limpa e sabonete. Na falta desses recursos, use álcool para esfregar as mãos para matar os germes.
Quando lavá-las?
Antes de...
Comer, alimentar crianças, aplicar lentes de contato, tomar ou dar remédios.

Depois de...
Ir ao banheiro, trocar fraldas, tocar em animais, ter contato com sangue ou fluidos corporais, tossir e assoar o nariz ou tocar em uma pessoa contaminada.

Antes e depois de...
Lidar com comida crua e dirigir-se a pessoas doentes.


Fonte:Revista Viva Saúde

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

WWF

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