quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cientistas dizem que vermes podem curar doenças crônicas



A ideia é de fazer torcer o nariz, mas segundo o professor de biologia Rob Dunn, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), ingerir minhocas parasitas é a tendência de cura de doenças como asma, males cardíacos, doença de Crohn e diabetes, segundo divulgou o jornal Daily Mail desta terça-feira (26).
Segundo o professor, que acabou de lançar um livro sobre o assunto, nosso organismo se tornou tão limpo que nosso sistema imunológico ficou confuso e todos os dias somos atacados por agentes externos simples, como a poeira, que têm causado sérios danos como doenças autoimunes como alergias, doença de Crohn e artrite reumatoide.
A hipótese da higiene prejudicial tem crescido no meio médico, já que no começo deste ano uma pesquisa da Universidade de Yale estudou 1.400 crianças e constatou que aquelas que receberam antibióticos têm 70% mais chances de desenvolver asma na infância do que as que não haviam sido tratadas com o medicamento, porque o remédio acabou por destruir bactérias ruins e boas que se encontram no organismo dos bebês, deixando uma lacuna no sistema imunológico dos pequenos.
Por vivermos em um ambiente altamente higiênico, nosso sistema imune tem reagido de maneira extrema a pequenos níveis de bactéria e Dunn disse acreditar que nosso organismo ainda está no mesmo estado evolutivo dos nossos ancestrais. Por isso, ter vermes seria algo positivo para a imunidade. “Novas pragas têm nos atingido”, disse o biólogo, lembrando que enquanto doenças epidêmicas como a cólera foi erradicada devido às medidas de higiene, outras surgiram, como a diabetes, esclerose múltipla, artrite reumatoide etc, e são ligadas ao sistema imune.
A doença de Crohn, por exemplo, afeta o sistema digestive e traz diversas dores e desconfortos aos seus portadores. Em pesquisas recentes, cientistas descobriram que o maior número de afetados com o mal está em países com baixíssimos índices de vermes, o que os levou a crer que a presença de pragas intestinais pode ser positivo para o organismo de alguma maneira. Assim, Joel Weinstock, da Universidade Tufts (EUA) realizou testes com 29 pessoas com a doença de Crohn, introduzindo vermes de porco em seus intestinos e constatou que após 24 semanas eles se sentiam melhores e a doença entrou em remissão em 21 dos voluntários. Testes em ratos demonstrou melhoras em doenças como diabetes, problemas cardíacos, sintomas de esclerose múltipla, entre outros, levando os cientistas a realizarem mais experimentos.
Para os profissionais, após milênios de evolução, nosso organismo se tornou acostumado com a presença dos vermes no intestino e a presença dos parasitas ajuda a melhorar o sistema imunológico. Só que a terapia com parasitas também produz efeitos negativos no organismo e algumas pessoas apresentam reações adversas e os cientistas estão tentando isolar algumas propriedades dos vermes para transformá-las em medicamentos capazes de aumentar a imunidade sem as possíveis doenças de uma contaminação por vermes.


Fonte:portal biomédico.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

domingo, 12 de junho de 2011

São Paulo proíbe uso de jaleco fora do hospital

Em São Paulo, os médicos estão proibidos de usar jaleco fora do ambiente de trabalho. Quem desrespeitar a lei estadual, publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial do Estado, está sujeito à multa de 174,50 reais. O valor dobra em caso de reincidência. O objetivo é impedir que os jalecos sirvam de fonte e veículo de transmissão de micro-organismos.

Mas as chances de se tornar “letra morta” são grandes. Ainda não está definido quais são as formas de fiscalização e de aplicação da multa. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, por enquanto, a infração à legislação não terá efeito punitivo. A Secretaria ainda afirma que será realizada uma campanha de conscientização e adesão à lei.

Estudo — Uma pesquisa publicada em setembro do ano passado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) mostrou a presença maciça de bactérias em jalecos médicos. Foram analisados, por duas pesquisadoras, 48 alunos que utilizavam jaleco. Os resultados foram alarmantes: 95,8% estavam contaminados. Entre as bactérias encontradas, havia a Staphylococcus aureus, principal responsável pelas infecções hospitalares.

Segundo o estudo, mangas e bolsos são as áreas mais contaminadas. O estudo ainda levou em consideração a diferença entre o dia da semana. Segundo o levantamento, os jalecos apresentavam maior quantidade de micro-organismos na quinta-feira do que na segunda – o que indica que os médicos utilizam a peça mais de uma vez sem lavar. Os pesquisadores acrescentam que os micro-organismos podem sobreviver entre 10 e 98 dias em tecidos encontrados em hospitais, como algodão e poliéster.

Maria Elisa Zuliani Maluf, coordenadora da pesquisa e professora titular de Microbiologia da PUC-SP, afirma que outros materiais utilizados por médicos também estão contaminados. Um estudo mostrou que 90% dos estetoscópios, utilizado para auscultar o coração, estavam contaminados. Outra pesquisa indicou que os aparelhos celulares dos médicos possuíam mais bactérias do que os celulares do restante da população. "O uso do jaleco é uma questão de conscientização e de bom senso. É preciso evitar a banalização dessa vestimenta e manter a higienização", afirma.

A pesquisadora explica que o jaleco é considerado um equipamento de proteção individual (EPI), que tem como finalidade de proteger o médico e outros profissionais da área de medicina contra uma eventual contaminação pelo paciente.

Na medicina, o avental branco é utilizado há pelo menos 100 anos. Ele funciona como um símbolo de respeito, status e diferenciação entre o médico e o paciente. No passado, os cirurgiões usavam aventais. Quanto mais sujos com sangue, maior era o prestigio entre os colegas. Uma pesquisa realizada pelo Royal Free Hospital em 2004, em Londres, mostrou que a maioria dos pacientes prefere que os médicos utilizem jalecos.

Repercussão — Para Hélio Arthur Bacha, presidente do departamento de infectologia da Associação Paulista de Medicina, essa lei não traz nenhum benefício e é antieducativa. "Estamos discutindo paradigmas da infecção hospitalar. Uma coisa é a prescrição de antibióticos irresponsavelmente e o impacto disso no tipo de tratamento de um paciente. Mas não há nenhuma evidência de que a roupa do médico seja um fator de infecção hospitalar em áreas onde não há restrição", diz.

Renato Azevedo Júnior, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), concorda que não há comprovação de causa e efeito. "Se fosse assim, o médico ficaria doente, o familiar do médico também ficaria mais doente que a população geral", sugere. "Mais importante do que criar uma lei como essa, é fazer uma campanha para que os médicos lavem as mãos. Elas sim são as principais transmissoras de bactérias", afirma Júnior.


fonte: Veja

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Dica Animal!: ONG promove campanha do agasalho para cães e gatos

O inverno está chegando e, assim como os seres humanos, os bichos também precisam de uma ajudinha para se aquecer. Pensando nisso, a ONG Adote um Gatinho está promovendo a 3ª Campanha de Agasalhos para Cães e Gatos.

A iniciativa começou em 2009 e, devido ao grande sucesso no número de materiais arrecadados, a campanha foi repetida em 2010 e agora visa levar bem-estar a muitos animais que estão em abrigos aguardando um novo dono.

Estão disponíveis postos de arrecadação em petshops e clínicas veterinárias da Grande São Paulo. Podem ser doados cobertores, caminhas, roupinhas, entre outros. Para saber mais sobre a campanha e sobre os locais onde você pode entregar sua doação, acesse o site da ONG. (http://adoteumgatinho.uol.com.br/campanhadoagasalho/pontos.htm)

Participe e ajude um bichinho a se aquecer neste inverno. Seja solidário, os animais agradecem.


Fonte:Blogs Band

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Programa Estação Pet

Os amantes dos animais que estavam um pouco órfãos desde o fim do programa “Late Show”, há dois anos, já podem comemorar: desde o dia 17 de abril, podem acompanhar o “Estação Pet”, um novo programa destinado a defesa dos animais pela TV aberta, apresentado por Luísa Mell, que comandou a extinta atração exibida pela Rede TV, de 2002 a 2008.

O programa “Estação Pet” estreou pela Rede Gazeta, e será exibido em todos os domingos pela emissora, no horário das 19h00 às 20h00. O programa de estréia contou com uma platéia formada por amigos, familiares da apresentadora, representantes de Organizações Não Governamentais (ONG’s) de proteção aos animais, e apresentadores da emissora, como o seu colega Ronnie Von.

Desde 2002, quando começou a apresentar o extinto “Late Show”, a loira comandava resgates de animais feridos ou abandonados e participava de campanhas educativas, ecológicas e de defesa dos seres vivos. Apesar do sucesso de público e de faturamento, o programa saiu do ar em 2008.

Mesmo fora do ar, Luísa continuou a defender os animais em seu site pessoal, através de campanhas. No início de 2011, a loira comandou uma campanha que arrecadou medicamentos e rações para os animais da região serrana do Estado do Rio de Janeiro, que foi atingida por uma forte enchente sem precedentes.

O novo programa comandado pela apresentadora de 32 anos traz os principais assuntos que fizeram parte de sua carreira: reportagens sobre animais, para a investigação de maus tratos, resgates de animais, entrevistas com famosos e veterinários, e outras curiosidades.

Luísa divide o palco com o vira-lata Jaimão, e também com convidados especiais em cada programa, para o debate de temas variados. A apresentadora tem a intenção de levar temas interessantes sobre o Mundo Pet, mostrando as diversas opiniões sem causar polêmicas.

Uma das principais atrações do “Estação Pet” é o quadro“Resgate”. Nele, Luísa e uma equipe de profissionais ajudam animais feridos ou abandonados, em que os tratam e posteriormente os disponibilizam para adoção no programa.

Por isso, se você gosta de animais e acha o domingo um pouco monótono para assistir TV, agora tem uma nova opção: o programa “Estação Pet”, que vai ao ar às 19h00, pela TV Gazeta.

Por Selma Isis


fonte:www.zevariedades.com

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Projeto de Lei para Dia Nacional das Pessoas com Doenças Raras é apresentad​o no Senado

Eduardo Suplicy assume a causa das Pessoas com Doenças Raras

É com imensa satisfação que o Instituto Baresi informa que o Senador Eduardo Suplicy do Estado de São Paulo assumiu a causa das Pessoas com Doenças Raras. O senador apresentou a proposta do Dia Nacional das Pessoas com Doenças Raras, em Reunião Extraordinária da Comissão Permanente de Direitos Humanos e Legislação Participativa. As notas taquigráficas da sessão estão no anexo.

Notas de apoio devem ser enviadas a SECSUPLICY@senado.gov.br e eduardo.suplicy@senador.gov.br.

Manifestos de apoio ao Instituto Baresi devem ser enviados para instituto.baresi@gmail.com.

Veja também o vídeo de um encontro em São Paulo no qual o Senador Eduardo Suplicy defendeu o tema em
http://www.youtube.com/watch?v=6eiIGP_x7qI

Você pode apoiar esta causa! Clique no link e em "gostei", logo abaixo do vídeo.



fonte:Instituto Baresi

domingo, 3 de abril de 2011

Dia Mundial de Conscientização do Autismo.

No dia 2 de abril, comemora-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data foi criada em 2008 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para alertar a população sobre a complexidade do assunto, a necessidade de mais pesquisas e a importância da inclusão social.

Na data, vários prédios e monumentos importantes são iluminados em azul, cor definida para o Autismo.

O autismo

Autismo é um termo geral usado para descrever um grupo de transtornos conhecido como transtornos globais do desenvolvimento (TGD) descrito pela primeira vez em 1943 e somente em 1993 incluído na Classificação Internacional de Doenças (CID 10) da Organização Mundial da Saúde como um transtorno invasivo do desenvolvimento. É um transtorno caracterizado por uma grave dificuldade no estabelecimento da comunicação, imaginação e na manutenção das relações sociais que inicia antes dos três anos de idade.

O autismo é uma síndrome que atinge quase dois milhões de brasileiros. No mundo há uma estimativa pela ONU - Organização das Nações Unidas - que existam 70 milhões de pessoas com autismo.

A medicina e a ciência de um modo geral sabem muito pouco sobre o autismo. Não existe um teste médico específico para o diagnóstico da doença e ele baseia-se no comportamento. Um diagnóstico precoce, detalhado e minucioso é fundamental, pois fornece informações úteis para o tratamento, identificando os pontos fortes e dificuldades específicas e em sobre quais necessidades e habilidades a intervenção deverá trabalhar.

O Autista deve ser tratado com respeito e dignidade, sendo importante permitir que sejam incluídos na sociedade e tenham mais qualidade de vida.



fonte: http://www.itu.com.br/saude-beleza

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