quarta-feira, 24 de novembro de 2010

15 sinais de bulimia

Conheça comportamentos que podem indicar a presença da doença, predominante em mulheres jovens.

Comer em excesso e provocar vômitos para eliminar a culpa por ter comido é uma doença conhecida como bulimia. Caracterizado por um comportamento compulsivo e doentio em relação à comida, esse transtorno alimentar é mais comum em mulheres jovens, e pode até matar se não for identificado e tratado adequadamente.

A Associação Nacional de Distúrbios Alimentares (NEDA), dos Estados Unidos, elaborou uma cartilha com informações e orientações sobre a doença, e dicas úteis para quem tem ou convive com o problema. O Delas selecionou 15 sinais de alerta que podem ajudar a identificar a bulimia. Como em toda doença, a presença de indícios não significa que a pessoa tem o problema, o diagnóstico deve ser feito por um especialista. Se perceber algum dos comportamentos listados em alguém próximo de você, procure orientação sobre como ajudar conversando com um médico ou um psicólogo.

Preste atenção em:

1 – Comportamentos e atitudes que indicam preocupação excessiva com perder peso, fazer dieta ou controlar a quantidade de comida ingerida
2 – Desaparecimentos inexplicáveis de grandes quantidades de comida da despensa em períodos muito curtos de tempo
3 – Grandes quantidades de embalagens de alimentos vazias (elas podem ser um indicativo do consumo compulsivo de grandes quantias de comida)
4 – Visitas frequentes ao banheiro ao longo ou depois das refeições
5 – Dentes manchados ou amarelados e hálito de vômito constante
6 – Cartelas ou embalagens vazias de laxantes e diuréticos no lixo do banheiro ou da cozinha (são indícios de comportamento purgatório)
7 – Sensação clara de desconforto ao comer na frente de outras pessoas
8 – Rituais relacionados à comida ou à alimentação (comer apenas um alimento ou um grupo específico de alimentos, mastigar excessivamente a comida ou evitar que o alimento toque os lábios ao ser colocado na boca)
9 – Ingestão de porções muito pequenas de comida nas grandes refeições do dia (como o almoço) ou na pulada muito frequente de refeições
10 – Atitudes bizarras em relação à comida (sem motivo algum, roubar ou esconder alimentos em lugares estranhos da casa ou do quarto)
12 – Uso exagerado de enxaguatórios bucais, pastilhas e chicletes de menta (eles ajudam a mascarar o hálito de vômito)
13 – Uso constante de roupas folgadas, que escondam os contornos do corpo
14 – Dedicação incansável a regimes de exercícios intensos e rígidos demais, mantidos independentemente do clima, do cansaço ou de alguma doença ou lesão muscular
15 – Calos nas costas das mãos ou nas juntas dos dedos (são uma espécie de cicatriz da repetição frequente do ato de provocar o vômito colocando os dedos na garganta)

Onde encontrar informações e ajuda:

Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (Ambulim)
Programa de Orientação e Assistência aos Transtornos Alimentares (Proata)
Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares (Gota)
Grupo de Apoio e Tratamento dos Distúrbios Alimentares (Gatda)
Grupo de Estudo e Assistência em Transtornos Alimentares (Geata)
Grupo de Estudos em Nutrição e Transtornos Alimentares (Genta)

Fonte:IG

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Slow food: o prazer de comer sem pressa e com qualidade

Comer com prazer, saborear os alimentos e resgatar uma alimentação saudável. Esses são os preceitos do movimento Slow Food, que em inglês significa comer sem pressa, e tem ganhado espaço e adeptos no Brasil.

"A filosofia da prática é a do alimento bom, limpo e justo. Bom porque deve ter qualidade no sabor; limpo, porque deve ser cultivado de maneira que não agrida o meio ambiente e respeite a saúde; além de ser justo com quem produz", explica Cenia Salles, líder do movimento em São Paulo e consultora de gastronomia.

O movimento teve início em 1986 na Itália com o objetivo de incentivar o consumo de alimentos frescos, de preferência orgânicos, livres de pesticidas e hormônios e ainda levar a vida em um ritmo mais calmo. A ideia faz oposição ao fast food, que significa comida rápida, e à padronização dos cardápios, onde o mesmo produto pode ser encontrado em vários países, ocasionando o desaparecimento da culinária regional.

Dentro do movimento existe a Arca do Gosto, um catálogo mundial que identifica e localiza produtos ameaçados de extinção. "No mundo, em média, são 850 alimentos que correm risco de desaparecer. No Brasil, esse número chega a 21 alimentos, entre eles, cambuci, pinhão e palmito juçara", disse Cenia.

Neide Rigo, nutricionista e membro do Slow Food de São Paulo, ressalta os benefícios que o uso de bons alimentos traz para o nosso corpo. "Um vegetal bom é aquele que é produzido em terra saudável e que tem suas pragas combatidas sem danos e sem agressão ao meio ambiente", afirma.

Na mesa

O movimento está presente em 150 países e vem ganhando força em restaurantes brasileiros. A responsável pelo Julia Gastronomia, Anayde Moretto Lima, conta que a alimentação mais saudável começou em casa. "Sempre procurei cozinhar buscando alimentos de boa qualidade. Procuro comprar em feiras de produtos orgânicos", diz.

No restaurante o cuidado não é diferente. "O nosso diferencial é oferecer um cardápio enxuto com produtos escolhidos a dedo. Temos peixes e frutos do mar fresco, carnes, aves, mas tudo de boa qualidade e de fornecedores de confiança. Além disso, muitas coisas produzimos no próprio restaurante, como massas e sorvetes", ressalta.

O restaurante Tordesilhas, localizado em São Paulo, também prioriza a qualidade e investiga a origem dos produtos. "Tentamos privilegiar os ingredientes que estão mais próximos, para evitar o desperdício de tempo, de combustível e o lixo que provoca", afirma Ivo Ribeiro, sócio do estabelecimento, que acrescenta que um dos diferenciais do restaurante é preparar pratos de diversas regiões do país.

Desafio

Os seguidores do movimento têm como principal desafio a conscientização das pessoas. Porém, acreditam que o hábito de começar a gostar de comer e de cozinhar são os primeiros passos para a melhora na qualidade da alimentação. "Aos poucos, as pessoas vão percebendo a importância de valorizar os alimentos, de escolher os melhores ingredientes, de preparar e consumir uma comida saudável e equilibrada", afirmou Ribeiro. E, por consequência, não comer com pressa.


Fonte:Terra

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Doença rara faz mulher de 60 anos ter pele de 40

Um distúrbio responsável pela produção de colágeno em excesso fez com que uma britânica de 61 anos tenha a pele de uma mulher de 40 anos.
Moradora de Colchester (leste da Inglaterra), Susan Johnson - cujo caso foi revelado pelo jornal "Daily Gazette" - sofre de uma rara doença chamada esclerodermia.
O distúrbio, que provoca um endurecimento anormal da pele, com perda de flexibilidade e mobilidade, ocorre quando o corpo produz colágeno (a proteína que nos faz parecer jovens) além da conta.




Muitas mulheres gastam milhares de reais em injeções de colágeno para melhorar o aspecto de sua pele e de seus lábios. A proteína também está presente em boa parte dos cremes antienvelhecimento.

Mas, embora o distúrbio deixe Johnson com pele firme no rosto, mãos, pescoço e pés, ele também causa fortes dores e o inchaço de suas juntas.
'Não tenho nenhuma pele solta nos meus braços, então carregar sacolas ou fazer compras é muito doloroso, e não tenho forças neles para me levantar da banheira', disse ela ao "Daily Gazette".
'Mesmo descascar uma batata pode ser difícil, já que os meus dedos são dobrados.'

Clima úmido ou frio

Segundo Johnson, suas dores se intensificam ainda mais quando o clima está úmido ou frio. Ela conta que descobriu a doença no último inverno, quando a temperatura caiu e seus dedos começaram a formigar, além de ficarem azulados e avermelhados.
Inicialmente, os médicos acharam que Johnson sofria do fenômeno de Raynaud, distúrbio que impede que o sangue alcance os dedos das mãos e dos pés com a mudança de temperatura.

Mas, após passar por exames num hospital em Londres, ela foi diagnosticada com esclerodermia.
Os sintomas do distúrbio que acomete Johnson são semelhantes ao do reumatismo, mas a esclerodermia pode também afetar órgãos internos.

No caso da britânica, porém, só a pele foi afetada.
'Tenho 61 e digo ao meu marido, Keith, que parece que ele está casado com uma mulher de 30 anos', diz ela.

Tratamento

Para tratar a doença, que afeta três vezes mais mulheres do que homens, Johnson recorre diariamente a esteroides, remédios para circulação sanguínea e imunossupressores.

Não há causas conhecidas para a esclerodermia, mas sabe-se que ela não é contagiosa nem hereditária e que costuma se manifestar entre os 25 e os 55 anos.
Por enquanto, ela não tem cura, apenas um tratamento que alivia os seus sintomas.


Fonte:G1

domingo, 7 de novembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Seminário de Radiologia

Gabinete do Vereador Ushitaro Kamia e o Enfermeiro e Professor Paulo Roncon , convidam V.Sra para participar do 1° Seminário de Radiologia .

Recepção 8:30

Aplicação do PET-CT- Anderson de Moraes FAMESP

Radiologia Industrial –Francisco Tomé Dutra – EPR/FIDI

Protocolos em Tomografia Computadorizada – Ricardo Simão – SENAC/FMU/São Camilo

A importância do Conhecimento Anatômico pelo profissional de diagnostico de Imagens – Mauricio Goulart – FMU

Novo Campo de Atuação na Área de Imagem /Clinical Applications Specialist - Ana Paula Prado Umeno – TeraRecon

Estudo Dinâmico do Quadril - José Renato F. Pellegrini - Santa Casa

A importância das Articulações na Imagem – Marcio Gonçalves FMU / Santa Casa

DATA 06/11/2010 AS 09:00 h
LOCAL – Viaduto Jacareí, 100 8° andar Bela Vista São Paulo Metro Anhangabaú

Contato Sr. Marcos Fone 33965043

Inscrições
www.coletivozonanorte.com.br
www.kamia.com.br

WWF

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