quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Doença rara faz mulher de 60 anos ter pele de 40

Um distúrbio responsável pela produção de colágeno em excesso fez com que uma britânica de 61 anos tenha a pele de uma mulher de 40 anos.
Moradora de Colchester (leste da Inglaterra), Susan Johnson - cujo caso foi revelado pelo jornal "Daily Gazette" - sofre de uma rara doença chamada esclerodermia.
O distúrbio, que provoca um endurecimento anormal da pele, com perda de flexibilidade e mobilidade, ocorre quando o corpo produz colágeno (a proteína que nos faz parecer jovens) além da conta.




Muitas mulheres gastam milhares de reais em injeções de colágeno para melhorar o aspecto de sua pele e de seus lábios. A proteína também está presente em boa parte dos cremes antienvelhecimento.

Mas, embora o distúrbio deixe Johnson com pele firme no rosto, mãos, pescoço e pés, ele também causa fortes dores e o inchaço de suas juntas.
'Não tenho nenhuma pele solta nos meus braços, então carregar sacolas ou fazer compras é muito doloroso, e não tenho forças neles para me levantar da banheira', disse ela ao "Daily Gazette".
'Mesmo descascar uma batata pode ser difícil, já que os meus dedos são dobrados.'

Clima úmido ou frio

Segundo Johnson, suas dores se intensificam ainda mais quando o clima está úmido ou frio. Ela conta que descobriu a doença no último inverno, quando a temperatura caiu e seus dedos começaram a formigar, além de ficarem azulados e avermelhados.
Inicialmente, os médicos acharam que Johnson sofria do fenômeno de Raynaud, distúrbio que impede que o sangue alcance os dedos das mãos e dos pés com a mudança de temperatura.

Mas, após passar por exames num hospital em Londres, ela foi diagnosticada com esclerodermia.
Os sintomas do distúrbio que acomete Johnson são semelhantes ao do reumatismo, mas a esclerodermia pode também afetar órgãos internos.

No caso da britânica, porém, só a pele foi afetada.
'Tenho 61 e digo ao meu marido, Keith, que parece que ele está casado com uma mulher de 30 anos', diz ela.

Tratamento

Para tratar a doença, que afeta três vezes mais mulheres do que homens, Johnson recorre diariamente a esteroides, remédios para circulação sanguínea e imunossupressores.

Não há causas conhecidas para a esclerodermia, mas sabe-se que ela não é contagiosa nem hereditária e que costuma se manifestar entre os 25 e os 55 anos.
Por enquanto, ela não tem cura, apenas um tratamento que alivia os seus sintomas.


Fonte:G1

domingo, 7 de novembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Seminário de Radiologia

Gabinete do Vereador Ushitaro Kamia e o Enfermeiro e Professor Paulo Roncon , convidam V.Sra para participar do 1° Seminário de Radiologia .

Recepção 8:30

Aplicação do PET-CT- Anderson de Moraes FAMESP

Radiologia Industrial –Francisco Tomé Dutra – EPR/FIDI

Protocolos em Tomografia Computadorizada – Ricardo Simão – SENAC/FMU/São Camilo

A importância do Conhecimento Anatômico pelo profissional de diagnostico de Imagens – Mauricio Goulart – FMU

Novo Campo de Atuação na Área de Imagem /Clinical Applications Specialist - Ana Paula Prado Umeno – TeraRecon

Estudo Dinâmico do Quadril - José Renato F. Pellegrini - Santa Casa

A importância das Articulações na Imagem – Marcio Gonçalves FMU / Santa Casa

DATA 06/11/2010 AS 09:00 h
LOCAL – Viaduto Jacareí, 100 8° andar Bela Vista São Paulo Metro Anhangabaú

Contato Sr. Marcos Fone 33965043

Inscrições
www.coletivozonanorte.com.br
www.kamia.com.br

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Convite

Palestra Gratuita do GRUPASP
Dia:29/10/2010 às 14 hs.

Tema: Fibromialgia primaria e secundária a Artrite Reumatóide
Apresentada pela Dra. Ándrea Kayo (fisioterapeuta)
Local: Associação Cultural Mie Keinj
Avenida Lins de Vasconcelos, nº 3352
Ao lado do Metro Vila Mariana.
Inscrições Gratuita através dos telefones: 11 - 5574-5996 ou 5574-6438

Contamos com sua presença.
Haverá sorteios de brinde e um delicioso coquetel após a palestra.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Sete curiosidades sobre o iogurte

Aliado da flora intestinal, o derivado do leite também é um poderoso antídoto contra doenças cardíacas, artrite e câncer.

Ele aparece nas propagandas desafiando a todo e qualquer intestino preguiçoso. O poder laxativo do iogurte é conhecido, bastante testado e sempre evocado para estimular a venda do produto.

Embora o ponto forte desse derivado do leite seja estimular a flora intestinal, os benefícios e qualidades nutricionais do alimento não estão restritos a essa função. Conheça sete curiosidades sobre o iogurte a aprenda a usá-lo a favor do organismo.

O primeiro alimento

Quase uma unanimidade nas geladeiras modernas, o iogurte é um derivado do leite e herança dos antepassados. Segundo escreve David Grotto, no livro “101 alimentos que podem salvar sua vida” (Editora Larousse), o produto é possivelmente um dos mais antigos da história da humanidade.

No livro, o autor relata que a primeira fabricação pode ter sido na acidental, quando estava sendo guardado em urnas e sacos feitos com pele de cabra. Mais tarde, as civilizações reconheceram os benefícios do iogurte e falaram sobre os atributos de “purificação” e sua contribuição para a longevidade.

Foi só no século 20 que as culturas usadas na produção do iogurte foram isoladas por Elie Metchinikoff, do Instituto Pasteur, que recebeu o Premio Nobel pela descoberta.

Bactérias do bem

De acordo com o Food and Drug Administration (FDA), órgão americano que controla medicamentos e alimentos, para que um derivado do leite seja denominado de iogurte, deve ser fermentado por bactérias específicas, cientificamente chamadas Streptococuccus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus, que produzem um produto mais grosso e encorpado, e são os principais agentes no bom funcionamento do intestino.

Camila Leonel, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que o intestino humano é formado por bactérias boas e ruins. O iogurte contém uma cota de bactérias boas superior aos demais derivados do leite. É esse coeficiente elevado que estimula o funcionamento ideal do intestino.

Hálito fresco

Um estudo japonês descobriu que voluntários que consumiam 150 gramas diárias de iogurte sem açúcar e que continham as bactérias Streptococuccus thermophilus (as tais bactérias do bem) tiveram uma redução nas concentrações de uma bactéria que induz ao mau hálito, relata Grotto no livro.

Fonte de cálcio

A nutricionista da Unifesp também revela que assim como o leite, o iogurte é rico em cálcio, micronutrientes e proteínas, sendo um poderoso aliado no combate à osteoporose e à hipertensão.

“Hoje temos trabalhos na medicina que mostram o valor do cálcio no controle da hipertensão. Dentro do contexto de uma alimentação saudável, balanceada, esse componente, presente no iogurte, pode ser um ponto de apoio no controle da pressão.”

Tolerância zero

Camila também revela que o iogurte pode ser uma alternativa às pessoas que têm intolerância ao leite. Embora seja um derivado do leite, o produto contém um nível bastante reduzido de lactose, açúcar que não é digerido pelo organismo dos intolerantes à lactose, e o responsável por provocar diarréias e outras complicações.
Aliado da dieta

Para controlar a fome e favorecer a manutenção da dieta, o iogurte é uma ótima opção de lanche da tarde, no intervalo entre as refeições, defende nutricionista. Ela afirma ainda que o frozen iogurte, sorvete feito tendo como base o alimento, é uma boa alternativa para quem deseja um refresco somado à pitada doce no cardápio do dia. A dica, porém, exige cautela.

“É preciso cuidado com os complementos oferecidos nas sorveterias. De nada adianta investir no sorvete a base de iogurte se a escolha dos acompanhamentos for incorreta. Prefira frutas aos ingredientes mais calóricos.”

Prevenção no copinho

No livro “101 alimentos que podem salvar sua vida”, David Grotto não poupa elogios ao iogurte. O autor apresenta possíveis propriedades medicinais do alimento, com base em estudos feitos em laboratórios e testes de amostragem em humano, confira.

Artrite: ratos com artrite, alimentados com iogurte que continha a bactéria Lactobacillus bulgaricus, tinham apenas uma inflamação suave.

Doenças cardíacas: um estudo feito com 33 voluntárias que consumiram iogurte convencional durante quatro semanas mostrou que o produto provocou aumento das taxas de HDL, o colesterol bom.

Câncer de cólon: outro estudo com camundongos, nos quais foi induzido um carcinoma colorretal (células cancerígenas no intestino grosso), descobriu que, quando o iogurte era agregado à dieta, havia um aumento na atividade anticancerígena.


Fonte:IG

WWF

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