segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Cientistas desenvolvem rim implantável
Equipe cria primeiro rim artificial que poderá ser implantado em humanos.
Pela primeira vez, uma equipe de cientistas conseguiu desenvolver um rim artificial que poderá ser implantado em seres humanos. Ele será capaz de substituir as seções de diálise e as longas filas de espera por um transplante.
A equipe da Universidade da Califórnia anunciou nesta semana que conseguiu desenvolver um protótipo funcional do rim, mas ainda em grande escala – o dispositivo é quase do tamanho de uma sala. Eles pretendem usar os processos usados na fabricação de chips de silício para reduzir o órgão artificial para o tamanho de um órgão natural.
É a primeira tecnologia deste tipo que poderá ser reduzida e implantada em doentes. Os cientistas usaram as mais modernas técnicas da nanotecnologia e da geração de tecidos para desenvolver o sistema.
O dispositivo usa milhares de filtros minúsculos para retirar as impurezas do sangue. Enquanto isso, um cartucho feito de células renais artificiais deverá copiar outras tarefas dos rins, como seu papel metabólico. O sistema usará a força da pressão sanguínea do próprio paciente para fazer o filtro funcionar e bombear o sangue.

fonte:Revista Galileu
Pela primeira vez, uma equipe de cientistas conseguiu desenvolver um rim artificial que poderá ser implantado em seres humanos. Ele será capaz de substituir as seções de diálise e as longas filas de espera por um transplante.
A equipe da Universidade da Califórnia anunciou nesta semana que conseguiu desenvolver um protótipo funcional do rim, mas ainda em grande escala – o dispositivo é quase do tamanho de uma sala. Eles pretendem usar os processos usados na fabricação de chips de silício para reduzir o órgão artificial para o tamanho de um órgão natural.
É a primeira tecnologia deste tipo que poderá ser reduzida e implantada em doentes. Os cientistas usaram as mais modernas técnicas da nanotecnologia e da geração de tecidos para desenvolver o sistema.
O dispositivo usa milhares de filtros minúsculos para retirar as impurezas do sangue. Enquanto isso, um cartucho feito de células renais artificiais deverá copiar outras tarefas dos rins, como seu papel metabólico. O sistema usará a força da pressão sanguínea do próprio paciente para fazer o filtro funcionar e bombear o sangue.

fonte:Revista Galileu
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
cartão pré-pago para serviços médicos
Quem acha que os planos de saúde são demasiadamente caros porém não quer depender somente do sistema público tem uma alternativa: o cartão pré-pago para serviços médicos.
O usuário adquire um desses cartões e o carrega com créditos da maneira que achar melhor para depois utilizá-lo em clínicas e consultórios conveniados.
Cada consulta sai por R$ 50. Pode-se também fazer exames diversos pelo mesmo valor que as operadoras de plano de saúde repassam aos laboratórios –um preço bem inferior, portanto, ao que se gastaria com o serviço particular. Por exemplo, em São Paulo, uma consulta médica custa a partir de R$ 150.
No momento, o cartão está disponível em algumas partes do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, de Minas Gerais e do Pará, e em breve também será encontrado na Bahia e no Paraná. As emissoras do instrumento são diferentes em cada localidade.
“Essa ferramenta facilita o acesso rápido a bons serviços e bons profissionais. Na rede pública, às vezes demora muito para se conseguir marcar uma consulta, o que posterga o início do tratamento. Começar a cuidar de um problema cedo melhora o prognóstico para a doença”, diz Euclides Carpi, presidente da federação de Unimeds do Rio, que lançou a ideia. O cartão da empresa se chama I-Saúde e circula no norte fluminense, no sul capixaba e na região de Pouso Alegre, em Minas.
O instrumento não serve, entretanto, para procedimentos que requeiram internação.
Fora do circuito das Unimeds, o cartão possui a bandeira da rede Sempre e é oferecido por empresas do ramo, como farmácias. Esse é o caso do Pará, onde começará a ser emitido pelo grupo Extra Farma, de Belém.
A recarga pode ser realizada em pontos autorizados e também por meio de boleto bancário.
“Conforme a estrutura for crescendo, o cliente poderá usar o cartão em qualquer clínica credenciada no Brasil”, explica Alberto Techera, diretor da unidade de negócios de saúde da APPI Tecnologia, responsável pelo sistema. A rede ainda possui um programa de fidelidade, que concede pontos de acordo com o uso da ferramenta, os quais podem ser trocados por serviços.
A expectativa da companhia é alcançar 10 milhões de cartões em dois anos. Atualmente, são cerca de 60 mil usuários. Há 600 estabelecimentos médicos conveniados.
fonte:IG
O usuário adquire um desses cartões e o carrega com créditos da maneira que achar melhor para depois utilizá-lo em clínicas e consultórios conveniados.
Cada consulta sai por R$ 50. Pode-se também fazer exames diversos pelo mesmo valor que as operadoras de plano de saúde repassam aos laboratórios –um preço bem inferior, portanto, ao que se gastaria com o serviço particular. Por exemplo, em São Paulo, uma consulta médica custa a partir de R$ 150.
No momento, o cartão está disponível em algumas partes do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, de Minas Gerais e do Pará, e em breve também será encontrado na Bahia e no Paraná. As emissoras do instrumento são diferentes em cada localidade.
“Essa ferramenta facilita o acesso rápido a bons serviços e bons profissionais. Na rede pública, às vezes demora muito para se conseguir marcar uma consulta, o que posterga o início do tratamento. Começar a cuidar de um problema cedo melhora o prognóstico para a doença”, diz Euclides Carpi, presidente da federação de Unimeds do Rio, que lançou a ideia. O cartão da empresa se chama I-Saúde e circula no norte fluminense, no sul capixaba e na região de Pouso Alegre, em Minas.
O instrumento não serve, entretanto, para procedimentos que requeiram internação.
Fora do circuito das Unimeds, o cartão possui a bandeira da rede Sempre e é oferecido por empresas do ramo, como farmácias. Esse é o caso do Pará, onde começará a ser emitido pelo grupo Extra Farma, de Belém.
A recarga pode ser realizada em pontos autorizados e também por meio de boleto bancário.
“Conforme a estrutura for crescendo, o cliente poderá usar o cartão em qualquer clínica credenciada no Brasil”, explica Alberto Techera, diretor da unidade de negócios de saúde da APPI Tecnologia, responsável pelo sistema. A rede ainda possui um programa de fidelidade, que concede pontos de acordo com o uso da ferramenta, os quais podem ser trocados por serviços.
A expectativa da companhia é alcançar 10 milhões de cartões em dois anos. Atualmente, são cerca de 60 mil usuários. Há 600 estabelecimentos médicos conveniados.
fonte:IG
sábado, 21 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
O segredo da longevidade
Pela primeira vez, cientistas identificaram o conjunto de genes que nos faz viver mais. Seremos capazes de retardar nosso envelhecimento?
A gaúcha Olivia Franco da Silva faz questão de manter os costumes nutridos ao longo de seus 101 anos. Assim que acorda em sua casa em Alvorada, região metropolitana de Porto Alegre, acende um cigarro. A única diferença é que ela trocou há 15 anos o fumo enrolado em palha, igual ao que roubava da mãe desde os 8 anos, pelos cigarros industrializados. Torresmo, ovo frito e linguiça fazem parte do seu café da manhã. “Se não tiver isso, ela não come”, diz Hevelin Ferreira, de 28 anos, uma de suas mais de 20 netas. Olivia não gosta de comidas “finas” – como chama o arroz e feijão feito com pouco óleo. Para ela, os alimentos devem ser preparados em banha de porco, como seus pais faziam quando moravam na roça. Nos finais de semana, Olivia não recusa uma dose de cerveja preta. Caipirinha só se for de cachaça artesanal, porque a industrializada “parece água de tão fraca”. Com seus costumes simples Olivia cruzou a fronteira dos 100 anos, o que só acontece com uma em cada 6 mil pessoas. Mais. Ela fez isso contradizendo a fórmula da vida longeva prescrita pelos médicos: alimentação equilibrada, atividade física e uma existência livre de vícios. Apesar de seus hábitos pouco saudáveis, Olivia nunca foi internada nem toma remédios (diz se proteger com reza e chá caseiro). Não tem sequer colesterol alto.
A vida longa e saudável de Olivia não inspira só aqueles que não conseguem abdicar de seus pequenos pecados cotidianos. Para muitos cientistas, gente como ela guarda o segredo da longevidade. Por que essas pessoas, com tantos anos a mais, parecem ter menos problemas de saúde do que a maioria de nós – que, já no meio da vida, sofremos com hipertensão, colesterol alto, diabetes e doenças cardíacas? “Os centenários são um modelo de como envelhecer porque conseguem postergar o aparecimento de doenças”, diz o geriatra Thomas Perls, pesquisador da Universidade de Boston, nos Estados Unidos. “Cerca de 90% permanecem sem problemas de saúde pelo menos até os 93 anos.” Na semana passada, Perls levou um grupo de cientistas ao mais próximo que a ciência já esteve de revelar o segredo da longevidade. Sua equipe publicou na revista científica Science, uma das mais importantes do mundo, uma análise da genética de 1.055 idosos entre 95 anos e 119 anos. Os cientistas investigaram o genoma dos centenários de Boston e arredores que integram um dos mais importantes projetos de pesquisa sobre envelhecimento, o New England Centenarian Study. Também participaram da análise genética idosos recrutados por uma empresa de biotecnologia americana.

Frente a frente com um grupo tão singular, os cientistas tiveram a chance de avaliar se a receita para uma vida longa estava escondida entre as letras químicas do nosso código genético. Eles compararam os genes encontrados nesses voluntários centenários aos genes de filhos de pessoas que morreram com menos de 73 anos. O resultado da pesquisa mostrou que o grupo de centenários compartilha cerca de 150 variações de genes, que seriam os responsáveis pela longevidade fora do comum – ou excepcional, como chamaram os pesquisadores.
Trata-se da vida longa, sem grandes problemas de saúde, experimentada pela brasileira Olivia e por vários velhinhos ou velhinhas que andam por aí. Se houver um desses em sua família, há bons motivos para comemorar, segundo o estudo liderado por Perls. A descoberta de genes mais frequentes entre as pessoas longevas mostra que, nesses casos, os fatores genéticos são mais importantes na determinação da duração da vida do que os ambientais (o tipo de alimentação e a prática de atividades físicas). Mas atenção: esses casos são exceção. Para a maioria dos mortais, os genes determinam apenas 30% da extensão da vida. Os outros 70% ficam a cargo de nossas escolhas, de como nos cuidamos.
fonte:Revista Época
A gaúcha Olivia Franco da Silva faz questão de manter os costumes nutridos ao longo de seus 101 anos. Assim que acorda em sua casa em Alvorada, região metropolitana de Porto Alegre, acende um cigarro. A única diferença é que ela trocou há 15 anos o fumo enrolado em palha, igual ao que roubava da mãe desde os 8 anos, pelos cigarros industrializados. Torresmo, ovo frito e linguiça fazem parte do seu café da manhã. “Se não tiver isso, ela não come”, diz Hevelin Ferreira, de 28 anos, uma de suas mais de 20 netas. Olivia não gosta de comidas “finas” – como chama o arroz e feijão feito com pouco óleo. Para ela, os alimentos devem ser preparados em banha de porco, como seus pais faziam quando moravam na roça. Nos finais de semana, Olivia não recusa uma dose de cerveja preta. Caipirinha só se for de cachaça artesanal, porque a industrializada “parece água de tão fraca”. Com seus costumes simples Olivia cruzou a fronteira dos 100 anos, o que só acontece com uma em cada 6 mil pessoas. Mais. Ela fez isso contradizendo a fórmula da vida longeva prescrita pelos médicos: alimentação equilibrada, atividade física e uma existência livre de vícios. Apesar de seus hábitos pouco saudáveis, Olivia nunca foi internada nem toma remédios (diz se proteger com reza e chá caseiro). Não tem sequer colesterol alto.
A vida longa e saudável de Olivia não inspira só aqueles que não conseguem abdicar de seus pequenos pecados cotidianos. Para muitos cientistas, gente como ela guarda o segredo da longevidade. Por que essas pessoas, com tantos anos a mais, parecem ter menos problemas de saúde do que a maioria de nós – que, já no meio da vida, sofremos com hipertensão, colesterol alto, diabetes e doenças cardíacas? “Os centenários são um modelo de como envelhecer porque conseguem postergar o aparecimento de doenças”, diz o geriatra Thomas Perls, pesquisador da Universidade de Boston, nos Estados Unidos. “Cerca de 90% permanecem sem problemas de saúde pelo menos até os 93 anos.” Na semana passada, Perls levou um grupo de cientistas ao mais próximo que a ciência já esteve de revelar o segredo da longevidade. Sua equipe publicou na revista científica Science, uma das mais importantes do mundo, uma análise da genética de 1.055 idosos entre 95 anos e 119 anos. Os cientistas investigaram o genoma dos centenários de Boston e arredores que integram um dos mais importantes projetos de pesquisa sobre envelhecimento, o New England Centenarian Study. Também participaram da análise genética idosos recrutados por uma empresa de biotecnologia americana.

Frente a frente com um grupo tão singular, os cientistas tiveram a chance de avaliar se a receita para uma vida longa estava escondida entre as letras químicas do nosso código genético. Eles compararam os genes encontrados nesses voluntários centenários aos genes de filhos de pessoas que morreram com menos de 73 anos. O resultado da pesquisa mostrou que o grupo de centenários compartilha cerca de 150 variações de genes, que seriam os responsáveis pela longevidade fora do comum – ou excepcional, como chamaram os pesquisadores.
Trata-se da vida longa, sem grandes problemas de saúde, experimentada pela brasileira Olivia e por vários velhinhos ou velhinhas que andam por aí. Se houver um desses em sua família, há bons motivos para comemorar, segundo o estudo liderado por Perls. A descoberta de genes mais frequentes entre as pessoas longevas mostra que, nesses casos, os fatores genéticos são mais importantes na determinação da duração da vida do que os ambientais (o tipo de alimentação e a prática de atividades físicas). Mas atenção: esses casos são exceção. Para a maioria dos mortais, os genes determinam apenas 30% da extensão da vida. Os outros 70% ficam a cargo de nossas escolhas, de como nos cuidamos.
fonte:Revista Época
quarta-feira, 21 de julho de 2010
SEMANA MUNDIAL DE ALEITAMENTO MATERNO
SEMANA MUNDIAL DE ALEITAMENTO MATERNO
SERÁ COMEMORADA EM EVENTO GRATUITO NO HORTO FLORESTAL
Caminhada de Incentivo ao Aleitamento acontecerá no dia 1º de agosto
Mais de 10 milhões de crianças com menos de cinco anos de idade morrem a cada ano no mundo por doenças que podem ser evitadas com medidas simples. O aleitamento materno é a principal delas.
Visando estimular o aleitamento materno imediato pós-parto e exclusivo, até no mínimo os seis meses de idade, como forma de prevenir males nas mães e nos bebês, ajudando em seu desenvolvimento físico e emocional, a Associação BemVindo realizará no dia 1º de agosto, às 10h, a 1ª Caminhada BemVindo de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno, noHorto Florestal, zona norte de São Paulo.
A Caminhada é o ponto central de um evento que oferecerá aos participantes palestras e oficinas de aconselhamento em aleitamento materno, shantala, ecofuturo (a importância da interação com o bebê desde a gestação), slingadas (método seguro para transportar o bebê), douladas (bate-papo e encontro de Doulas – acompanhantes de parto), projeto Acalanto (a música pela qualidade de vida), bancos de leite e a segurança das crianças no trânsito.
Além das oficinas para as gestantes, mães, pais e bebês, todos os participantes poderão realizar testes de glicemia, aferição da pressão arterial e reflexologia (massagem relaxante nos pés).
O evento terá início às 9h com a palestra Amamentação “BemVinda”, seguido da abertura oficial, caminhada às 10h e oficinas e exames das 11h às 15h.
O evento é aberto a toda comunidade.
A participação é gratuita e não requer inscrição prévia.
A Caminhada Bem-Vindo também tem como propósito fazer parte da Semana Mundial de Aleitamento Materno, que é comemorada desde 1992 e reconhecida pelo Fundo das Nações Unidas (Unicef), pela Organização Mundial da Saúde - OMS e pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO.
Participem!!!!!
SERÁ COMEMORADA EM EVENTO GRATUITO NO HORTO FLORESTAL
Caminhada de Incentivo ao Aleitamento acontecerá no dia 1º de agosto
Mais de 10 milhões de crianças com menos de cinco anos de idade morrem a cada ano no mundo por doenças que podem ser evitadas com medidas simples. O aleitamento materno é a principal delas.
Visando estimular o aleitamento materno imediato pós-parto e exclusivo, até no mínimo os seis meses de idade, como forma de prevenir males nas mães e nos bebês, ajudando em seu desenvolvimento físico e emocional, a Associação BemVindo realizará no dia 1º de agosto, às 10h, a 1ª Caminhada BemVindo de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno, noHorto Florestal, zona norte de São Paulo.
A Caminhada é o ponto central de um evento que oferecerá aos participantes palestras e oficinas de aconselhamento em aleitamento materno, shantala, ecofuturo (a importância da interação com o bebê desde a gestação), slingadas (método seguro para transportar o bebê), douladas (bate-papo e encontro de Doulas – acompanhantes de parto), projeto Acalanto (a música pela qualidade de vida), bancos de leite e a segurança das crianças no trânsito.
Além das oficinas para as gestantes, mães, pais e bebês, todos os participantes poderão realizar testes de glicemia, aferição da pressão arterial e reflexologia (massagem relaxante nos pés).
O evento terá início às 9h com a palestra Amamentação “BemVinda”, seguido da abertura oficial, caminhada às 10h e oficinas e exames das 11h às 15h.
O evento é aberto a toda comunidade.
A participação é gratuita e não requer inscrição prévia.
A Caminhada Bem-Vindo também tem como propósito fazer parte da Semana Mundial de Aleitamento Materno, que é comemorada desde 1992 e reconhecida pelo Fundo das Nações Unidas (Unicef), pela Organização Mundial da Saúde - OMS e pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO.
Participem!!!!!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Um em cada 5 transplantes de SP beneficia pacientes de outros estados
Número é de estudo da Secretaria da Saúde divulgado nesta segunda.
Transplantes cresceram 31,6% nos cinco primeiros meses de 2010.
Um em cada cinco transplantes realizados em hospitais de São Paulo beneficia pacientes de outros estados, de acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira (5) pela Secretaria de Estado da Saúde. Foram pesquisados os 7.580 transplantes de doadores falecidos, entre órgãos e córneas, realizados em São Paulo no ano passado.
Do total de transplantes, 1.632 (21,5%) beneficiaram pessoas que moram em outros estados brasileiros. O maior índice foi registrado em transplantes de pâncreas, com 46,5% de pacientes residentes de outros estados, seguido de córneas (24,7%), transplante simultâneo de pâncreas e rim (24,7%), fígado (18,1%), pulmão (12,5%), coração (10,8%) e rim (6,1%). A legislação permite que pessoas sejam inscritas na lista de espera de um estado diferente daquele que residem.
Entre os mais de 1,6 mil transplantados, 619 residem no Rio de Janeiro, 315 em Minas Gerais, 101 na Bahia e 55 em Goiás. Todos os estados e o Distrito Federal tiveram pacientes beneficiados por transplantes realizados em hospitais de São Paulo.
Segundo dados da Secretaria da Saúde, o número de transplantes cresceu 31,6% nos cinco primeiros meses de 2010, em comparação com o ano passado. Foram realizados 1.044 transplantes, contra 793 em 2009. Os transplantes de pulmão quase triplicaram no período, passando de 12 para 32 cirurgias. Os procedimentos com rins cresceram 41%, de 441 para 622, e os de fígado 19,3%, de 243 para 290.
O número de doadores cresceu 34,5% nos primeiros cinco meses, também em relação ao ano passado. De janeiro a maio houve 382 doações, contra 284 no mesmo período de 2009.
fonte:G1
Transplantes cresceram 31,6% nos cinco primeiros meses de 2010.
Um em cada cinco transplantes realizados em hospitais de São Paulo beneficia pacientes de outros estados, de acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira (5) pela Secretaria de Estado da Saúde. Foram pesquisados os 7.580 transplantes de doadores falecidos, entre órgãos e córneas, realizados em São Paulo no ano passado.
Do total de transplantes, 1.632 (21,5%) beneficiaram pessoas que moram em outros estados brasileiros. O maior índice foi registrado em transplantes de pâncreas, com 46,5% de pacientes residentes de outros estados, seguido de córneas (24,7%), transplante simultâneo de pâncreas e rim (24,7%), fígado (18,1%), pulmão (12,5%), coração (10,8%) e rim (6,1%). A legislação permite que pessoas sejam inscritas na lista de espera de um estado diferente daquele que residem.
Entre os mais de 1,6 mil transplantados, 619 residem no Rio de Janeiro, 315 em Minas Gerais, 101 na Bahia e 55 em Goiás. Todos os estados e o Distrito Federal tiveram pacientes beneficiados por transplantes realizados em hospitais de São Paulo.
Segundo dados da Secretaria da Saúde, o número de transplantes cresceu 31,6% nos cinco primeiros meses de 2010, em comparação com o ano passado. Foram realizados 1.044 transplantes, contra 793 em 2009. Os transplantes de pulmão quase triplicaram no período, passando de 12 para 32 cirurgias. Os procedimentos com rins cresceram 41%, de 441 para 622, e os de fígado 19,3%, de 243 para 290.
O número de doadores cresceu 34,5% nos primeiros cinco meses, também em relação ao ano passado. De janeiro a maio houve 382 doações, contra 284 no mesmo período de 2009.
fonte:G1
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