Há muito tempo, certos dias ou épocas do ano são compreendidas como impregnadas de algum tipo de infortúnio ou má sorte. Atualmente, o encontro do dia 13 com a sexta-feira é repleto de lendas e crendices que deixam os mais supersticiosos de cabelo em pé. Como se não bastasse isso, o cinema norte-americano tratou de imortalizar esta data com uma seqüência de filmes de terror protagonizada por Jason Voorhees, um serial killer que ataca nessa mesma data.
Contudo, poucos sabem dizer qual é a verdadeira origem da “Sexta-feira 13”. De fato, as possibilidades de explicação para esta crença se encontram difundidas em diferentes culturas espalhadas ao redor do mundo. Uma das mais conhecidas justificativas dessa maldição conta que Jesus Cristo foi perseguido por esta data. Antes de ser crucificado em uma sexta-feira, o salvador das religiões cristãs celebrou uma ceia que, ao todo, contava com treze participantes.
Outra explicação sobre essa data remonta à consolidação do poder monárquico na França, especificamente quando o rei Felipe IV sentia-se ameaçado pelo poder e influência exercidos pela Igreja dentro de seu país. Para contornar a situação, tentou se filiar à prestigiada ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, que, por sua vez, recusou a entrada do monarca na corporação. Enfurecido, segundo relatos, teria ordenado a perseguição dos templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.
De acordo com outra história, a maldição da sexta-feira 13 tem a ver com o processo de cristianização dos povos bárbaros que invadiram a Europa no início do período medieval. Antes de se converterem à fé cristã, os escandinavos eram politeístas e tinham grande estima por Friga, deusa do amor e da beleza. Com o processo de conversão, passaram a amaldiçoá-la como uma bruxa que, toda sexta-feira, se reunia com onze feiticeiras e o demônio para rogar pragas contra a humanidade.
Reforçando essa mesma crendice, outra história de origem nórdica fala sobre um grande banquete onde o deus Odin realizou a reunião de outras doze importantes divindades. Ofendido por não ter sido convidado para o evento, Loki, o deus da discórdia e do fogo, foi à reunião e promoveu uma enorme confusão que resultou na morte de Balder, uma das mais belas divindades conhecidas. Com isso, criou-se o mito de que um encontro com treze pessoas sempre termina mal.
Apesar de tantos infortúnios associados a essa data, muitos a interpretam com um significado completamente oposto ao que foi aqui explicado. De acordo com os princípios da numerologia, o treze – por meio da somatória de seus dígitos – é um numeral próximo ao quatro, compreendido como um forte indício de boa sorte. Além disso, indianos, estadunidenses e mexicanos associam o número treze à felicidade e ao futuro próspero.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
BeautifulPeople aprova 45% dos brasileiros
BeautifulPeople, a rede social dinamarquesa que seleciona seus usuários pelos atributos físicos, rejeitou 55% dos brasileiros desde sua inauguração global em 26 de outubro, segundo dados do site.
Mas, apesar do aparente mau retrospecto, o Brasil é considerado “um dos países mais bonitos em geral”, informa Robert Hintze, fundador do site, em comunicado oficial
A marca de 45% de aprovados deixa o Brasil como a terceira nação mais bem aceita no BeautifulPeople, atrás apenas de Suécia, que possui um índice de aprovação de 66,5%, e Noruega, com 58%.
Levando em conta a separação por sexos, os homens brasileiros ficam na segunda colocação de mais bem cotados dentro da rede social, com os mesmos 45% de aprovação das mulheres do país. Elas, porém, enfrentam uma concorrência mais forte e ficam com a quarta posição, de acordo com as estatísticas da rede social.
Nessas duas semanas de abertura da rede social ao mundo, o BeautifulPeople reprovou 1,8 milhão de pessoas e aceitou 360 mil novos membros – isto é, apenas uma em cada cinco pessoas conseguiu o passaporte.
Hoje, diz Hintze, a rede possui 540 mil usuários no mundo todo e quatro milhões de visitas diárias, além da massiva repercussão pelos países.
Na estréia mundial, o BeautifulPeople causou polêmica por onde passou. Acusado de ter valores fúteis, a rede social foi bloqueada em alguns países do Oriente Médio.
O site também ficou fora do ar por mais de 24 horas, pois cedeu ao acesso massivo de internautas de todo o mundo.
Em resposta aos que vêem a rede social como algo condenável, Hintz dispara: “O BeautifulPeople.com pode ser moralmente feio para nossos críticos, mas nosso sucesso crescente é uma verdade muito bonita”.
fonte:info.abril
Mas, apesar do aparente mau retrospecto, o Brasil é considerado “um dos países mais bonitos em geral”, informa Robert Hintze, fundador do site, em comunicado oficial
A marca de 45% de aprovados deixa o Brasil como a terceira nação mais bem aceita no BeautifulPeople, atrás apenas de Suécia, que possui um índice de aprovação de 66,5%, e Noruega, com 58%.
Levando em conta a separação por sexos, os homens brasileiros ficam na segunda colocação de mais bem cotados dentro da rede social, com os mesmos 45% de aprovação das mulheres do país. Elas, porém, enfrentam uma concorrência mais forte e ficam com a quarta posição, de acordo com as estatísticas da rede social.
Nessas duas semanas de abertura da rede social ao mundo, o BeautifulPeople reprovou 1,8 milhão de pessoas e aceitou 360 mil novos membros – isto é, apenas uma em cada cinco pessoas conseguiu o passaporte.
Hoje, diz Hintze, a rede possui 540 mil usuários no mundo todo e quatro milhões de visitas diárias, além da massiva repercussão pelos países.
Na estréia mundial, o BeautifulPeople causou polêmica por onde passou. Acusado de ter valores fúteis, a rede social foi bloqueada em alguns países do Oriente Médio.
O site também ficou fora do ar por mais de 24 horas, pois cedeu ao acesso massivo de internautas de todo o mundo.
Em resposta aos que vêem a rede social como algo condenável, Hintz dispara: “O BeautifulPeople.com pode ser moralmente feio para nossos críticos, mas nosso sucesso crescente é uma verdade muito bonita”.
fonte:info.abril
terça-feira, 10 de novembro de 2009
As cinco diferentes atitudes
O texto a seguir é adaptado de uma história de Portia Nelson:
1 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu estou distraído, pensando em mim, e caio lá dentro. Me sinto perdido, infeliz, incapaz de pedir ajuda. Não foi minha culpa, mas de quem cavou aquele buraco ali. Eu me revolto, fico desesperado, sou uma vítima da irresponsabilidade dos outros, e passo muito tempo lá dentro.
2 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu finjo que não vejo, aquilo não é meu problema. Eu caio de novo lá dentro. Não posso acreditar que isto aconteceu mais uma vez, devia ter aprendido a lição, e mandado alguém fechar o buraco. Demoro muito tempo para sair dali.
3 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu o vejo. Eu sei que ele está ali, porque já caí duas vezes. Entretanto, sou uma pessoa acostumada a fazer sempre o mesmo trajeto. Por causa disso, caio uma terceira vez; é o hábito.
4 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu dou a volta em torno dele. Logo depois de passar, escuto alguém gritando - deve ter caído naquele buraco. A rua fica interditada, e eu não posso seguir adiante.
5 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu coloco tábuas em cima. Posso seguir meu caminho, e ninguém mais tornará a cair ali.
fonte:Paulo Coelho
1 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu estou distraído, pensando em mim, e caio lá dentro. Me sinto perdido, infeliz, incapaz de pedir ajuda. Não foi minha culpa, mas de quem cavou aquele buraco ali. Eu me revolto, fico desesperado, sou uma vítima da irresponsabilidade dos outros, e passo muito tempo lá dentro.
2 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu finjo que não vejo, aquilo não é meu problema. Eu caio de novo lá dentro. Não posso acreditar que isto aconteceu mais uma vez, devia ter aprendido a lição, e mandado alguém fechar o buraco. Demoro muito tempo para sair dali.
3 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu o vejo. Eu sei que ele está ali, porque já caí duas vezes. Entretanto, sou uma pessoa acostumada a fazer sempre o mesmo trajeto. Por causa disso, caio uma terceira vez; é o hábito.
4 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu dou a volta em torno dele. Logo depois de passar, escuto alguém gritando - deve ter caído naquele buraco. A rua fica interditada, e eu não posso seguir adiante.
5 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu coloco tábuas em cima. Posso seguir meu caminho, e ninguém mais tornará a cair ali.
fonte:Paulo Coelho
domingo, 8 de novembro de 2009
Brasil desperdiça R$ 15,1 bilhões por ano com baixa qualidade de ensino
Esqueça o discurso de que o grande problema da educação no Brasil é a falta de recursos. Tão grave quanto o baixo investimento do País no ensino é o desperdício de dinheiro. Perder um ano é um prejuízo incalculável para o estudante, mas a repetência e o abandono escolar têm o seu preço: R$ 15,1 bilhões a cada 12 meses.
A baixa qualidade do ensino faz com que os meninos e meninas não aprendam o conteúdo e precisem repetir o ano letivo. Ou pior: desistam dos estudos e deixem, definitivamente, a rotina escolar.
“É muito sério porque as crianças ficam sem aprender. Além disso, com esse dinheiro daria para construir inúmeras escolas de ensino infantil, por exemplo”, reconhece a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar (leia entrevista abaixo).
Cada escola citada pela secretária custa R$ 1,2 milhão. Ou seja, com o dinheiro perdido daria para entregar 12.662 escolas mobiliadas para a sociedade. Para se ter uma ideia, só a repetência e o abandono da sala de aula nos dois ciclos do ensino fundamental custam, juntos, R$ 12 bilhões. A isso, soma-se o prejuízo da evasão e da reprovação nos três anos do ensino médio que pesam outros R$ 3,2 bilhões.
A conta foi feita com dados do próprio Ministério da Educação. Um estudo do custo-aluno do Instituto Nacional de Pesquisas Educacional (Inep) mostra que o investimento per capita anual em educação no Brasil é de R$ 2.166 para séries iniciais do fundamental, R$ 2.317 para séries finais e R$ 1.572 para ensino médio.
O número de meninos e meninas que não alcançam a aprovação no fim do ano também é do MEC e foram calculados a partir do percentual de reprovação e abandono por série da educação básica. Os dados mais recentes divulgados pelo MEC, neste ano, dizem respeito aos índices de 2007 (veja mapa na página), já que existe um prazo para que as secretarias de Educação enviem os números ao governo federal.
Esses percentuais mostram a repetência média de 13% e 13,5% dos alunos, respectivamente, dos ensinos fundamental e médio. O abandono não é menos preocupante: 5,2% e 14,7%, respectivamente. Se o percentual parece alto, o número impressiona ainda mais: 7,3 milhões de estudantes não conseguiram aprovação no final daquele ano letivo.
Vale lembrar que não estão incluídos na conta outros níveis de ensino como infantil, educação de jovens e adultos e ensino superior. O dinheiro faz falta aos parcos investimentos brasileiros em educação, que anualmente giram na casa dos 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB).
“O investimento perdido deixa clara a urgência de se mudar a sistemática da aplicação de dinheiro na educação. Os recursos são realmente mal empregados”, observa o especialista em financiamento em educação, o pesquisador da Universidade de Brasília Messias Costa.
Entrevista
A secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar, usa um trecho da música do Skank para resumir o desafio do ensino público do país. Em entrevista ao iG, ela lembrou de Pacato Cidadão. “Se o país não for para cada um, pode estar certo que não será para nenhum”, disse.
Ex-secretária municipal de Educação de Belo Horizonte, (MG) e ex-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), ela destaca, no entanto, que apesar de ruim, o quadro tem melhorado.
iG - É uma pena prejudicar todos os anos 7,2 milhões de alunos e perder R$ 15 bilhões por ano...
Maria do Pilar - É mais que isso. É muito ruim porque as crianças ficam sem aprender. Além disso, com esse dinheiro daria para construir inúmeras escolas de ensino infantil, por exemplo.
E como chegamos a um cenário tão ruim?
Como diz a música do Skank, se o País não for para cada um. Pode estar certo que não será para nenhum. Quem não tiver o direito de ler e escrever não vai ser ninguém e o Brasil vai ser um país atrasado e desigual.
O que está sendo feito?
Problemas complexos não têm soluções simples mas estamos trabalhando fortemente para corrigir tantas distorções. Há dez anos era muito pior e os índices de abandono e repetência têm caído a cada ano. Como o ensino básico responsabilidade dividida entre todos os entes, o governo federal trabalha em projetos para melhorar os indicadores e garantir o aprendizado.
Como?
Um das principais ações é a criação do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Por ele, não adianta reprovar o aluno que não sabe e nem passar todo mundo. O programa exige fluxo e qualidade e conta na hora de repassar recursos. Isso gera reflexão.

fonte:IG educação
A baixa qualidade do ensino faz com que os meninos e meninas não aprendam o conteúdo e precisem repetir o ano letivo. Ou pior: desistam dos estudos e deixem, definitivamente, a rotina escolar.
“É muito sério porque as crianças ficam sem aprender. Além disso, com esse dinheiro daria para construir inúmeras escolas de ensino infantil, por exemplo”, reconhece a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar (leia entrevista abaixo).
Cada escola citada pela secretária custa R$ 1,2 milhão. Ou seja, com o dinheiro perdido daria para entregar 12.662 escolas mobiliadas para a sociedade. Para se ter uma ideia, só a repetência e o abandono da sala de aula nos dois ciclos do ensino fundamental custam, juntos, R$ 12 bilhões. A isso, soma-se o prejuízo da evasão e da reprovação nos três anos do ensino médio que pesam outros R$ 3,2 bilhões.
A conta foi feita com dados do próprio Ministério da Educação. Um estudo do custo-aluno do Instituto Nacional de Pesquisas Educacional (Inep) mostra que o investimento per capita anual em educação no Brasil é de R$ 2.166 para séries iniciais do fundamental, R$ 2.317 para séries finais e R$ 1.572 para ensino médio.
O número de meninos e meninas que não alcançam a aprovação no fim do ano também é do MEC e foram calculados a partir do percentual de reprovação e abandono por série da educação básica. Os dados mais recentes divulgados pelo MEC, neste ano, dizem respeito aos índices de 2007 (veja mapa na página), já que existe um prazo para que as secretarias de Educação enviem os números ao governo federal.
Esses percentuais mostram a repetência média de 13% e 13,5% dos alunos, respectivamente, dos ensinos fundamental e médio. O abandono não é menos preocupante: 5,2% e 14,7%, respectivamente. Se o percentual parece alto, o número impressiona ainda mais: 7,3 milhões de estudantes não conseguiram aprovação no final daquele ano letivo.
Vale lembrar que não estão incluídos na conta outros níveis de ensino como infantil, educação de jovens e adultos e ensino superior. O dinheiro faz falta aos parcos investimentos brasileiros em educação, que anualmente giram na casa dos 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB).
“O investimento perdido deixa clara a urgência de se mudar a sistemática da aplicação de dinheiro na educação. Os recursos são realmente mal empregados”, observa o especialista em financiamento em educação, o pesquisador da Universidade de Brasília Messias Costa.
Entrevista
A secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar, usa um trecho da música do Skank para resumir o desafio do ensino público do país. Em entrevista ao iG, ela lembrou de Pacato Cidadão. “Se o país não for para cada um, pode estar certo que não será para nenhum”, disse.
Ex-secretária municipal de Educação de Belo Horizonte, (MG) e ex-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), ela destaca, no entanto, que apesar de ruim, o quadro tem melhorado.
iG - É uma pena prejudicar todos os anos 7,2 milhões de alunos e perder R$ 15 bilhões por ano...
Maria do Pilar - É mais que isso. É muito ruim porque as crianças ficam sem aprender. Além disso, com esse dinheiro daria para construir inúmeras escolas de ensino infantil, por exemplo.
E como chegamos a um cenário tão ruim?
Como diz a música do Skank, se o País não for para cada um. Pode estar certo que não será para nenhum. Quem não tiver o direito de ler e escrever não vai ser ninguém e o Brasil vai ser um país atrasado e desigual.
O que está sendo feito?
Problemas complexos não têm soluções simples mas estamos trabalhando fortemente para corrigir tantas distorções. Há dez anos era muito pior e os índices de abandono e repetência têm caído a cada ano. Como o ensino básico responsabilidade dividida entre todos os entes, o governo federal trabalha em projetos para melhorar os indicadores e garantir o aprendizado.
Como?
Um das principais ações é a criação do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Por ele, não adianta reprovar o aluno que não sabe e nem passar todo mundo. O programa exige fluxo e qualidade e conta na hora de repassar recursos. Isso gera reflexão.

fonte:IG educação
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Sacolinhas de Natal
Caros amigos,
Primeiramente, agradecemos o apoio de todos na Campanha "Adote uma Criança" onde atingimos as 58 crianças da Associação, que receberão seus presentes de natal em uma festa oferecida pela Empresa Neve, restando apenas as cestas de Natal (cesta Básica + Panetone).
O nosso trabalho é continuo e precisamos atender as 58 famílias mensalmente, onde precisamos conseguir doações de :
- SUSTAGEM - os portadores não podem consumir alimentos sólidos e é a base da alimentação deles
- ATADURAS DE CREPON 12 cm - o uso é diário é chegam a consumir cerca de 2 à 4 rolos ao dia
- MATERIAL DE PINTURA - Muitas de nossas crianças, mesmo sem seus membros pintam com os pés e precisamos incentivá-las como doações de tintas, pincéis, telas e cursos.
- CESTA BÁSICA- A maioria das famílias são carentes e pretendemos entregar 1 cesta por mês para cada família, contendo os seguintes itens:
1 kl de Fubá
1 kl de Feijão
2 kl de arroz
1 kl de farinha de trigo
1 kl de farinha de mandioca
1 kl de Macarrão
1 kl de café
1 kl de Sal
1 kl de Açúcar
1 Pc de Biscoito
1 cx de extrato de Tomate
1 lt de Oleo
Quem puder ajudar doando algum desses itens, agradeço de coração.
Endereço para entrega das doações:
A ASSOCIAÇÃO SOS EB EM SÃO PAULO/SP está atendendo as segundas -feiras no horário das 14:00 até as 17:00 hs. Na av. Ipiranga, 337 – centro.
telefone (11) 3506-7900
Primeiramente, agradecemos o apoio de todos na Campanha "Adote uma Criança" onde atingimos as 58 crianças da Associação, que receberão seus presentes de natal em uma festa oferecida pela Empresa Neve, restando apenas as cestas de Natal (cesta Básica + Panetone).
O nosso trabalho é continuo e precisamos atender as 58 famílias mensalmente, onde precisamos conseguir doações de :
- SUSTAGEM - os portadores não podem consumir alimentos sólidos e é a base da alimentação deles
- ATADURAS DE CREPON 12 cm - o uso é diário é chegam a consumir cerca de 2 à 4 rolos ao dia
- MATERIAL DE PINTURA - Muitas de nossas crianças, mesmo sem seus membros pintam com os pés e precisamos incentivá-las como doações de tintas, pincéis, telas e cursos.
- CESTA BÁSICA- A maioria das famílias são carentes e pretendemos entregar 1 cesta por mês para cada família, contendo os seguintes itens:
1 kl de Fubá
1 kl de Feijão
2 kl de arroz
1 kl de farinha de trigo
1 kl de farinha de mandioca
1 kl de Macarrão
1 kl de café
1 kl de Sal
1 kl de Açúcar
1 Pc de Biscoito
1 cx de extrato de Tomate
1 lt de Oleo
Quem puder ajudar doando algum desses itens, agradeço de coração.
Endereço para entrega das doações:
A ASSOCIAÇÃO SOS EB EM SÃO PAULO/SP está atendendo as segundas -feiras no horário das 14:00 até as 17:00 hs. Na av. Ipiranga, 337 – centro.
telefone (11) 3506-7900
Campanha Pedigree - adotar é tudo de bom
Pessoal,
A campanha da Pedigree ( a que passa na TV- adotar é tudo de bom) para incentivar a adoção de cães abandonados, está com um vídeo no You Tube.
Cada vez que você acessa eles doam alimentação para os abrigos. NEM PRECISA ASSISTIR AO VIDEO. É SÓ CLICAR.
Entretanto, se você puder, veja o víeo e também o making off ( que aparece logo depois que termina o filme).
Não tem imagens apelativas nem de maus tratos. A idéia é ótima e poder ajudar é tudo de bom, também!
Vamos acessar o "link" do you tube, abaixo e ajudar a alimentar um peludinho carente. Para cada vizualização do video, a Pedigree doara um prato de ração para cachorros abandonados.
Conto com vocês para ajudar! É só acessar o link.
http://www.youtube.com/watch?v=2DR6XqBKkSM&eurl=http%3A%2F%2Fblogs%2Eband%2Ecom%2Ebr%2Fbarbaragancia%2Findex%2Ephp%2F2009%2F08%2F13%2Fpau%2Dna%2Dmaquina%2F&feature=player_embedded
Passem para suas listas, quando mais gente acessar, melhor!
A campanha da Pedigree ( a que passa na TV- adotar é tudo de bom) para incentivar a adoção de cães abandonados, está com um vídeo no You Tube.
Cada vez que você acessa eles doam alimentação para os abrigos. NEM PRECISA ASSISTIR AO VIDEO. É SÓ CLICAR.
Entretanto, se você puder, veja o víeo e também o making off ( que aparece logo depois que termina o filme).
Não tem imagens apelativas nem de maus tratos. A idéia é ótima e poder ajudar é tudo de bom, também!
Vamos acessar o "link" do you tube, abaixo e ajudar a alimentar um peludinho carente. Para cada vizualização do video, a Pedigree doara um prato de ração para cachorros abandonados.
Conto com vocês para ajudar! É só acessar o link.
http://www.youtube.com/watch?v=2DR6XqBKkSM&eurl=http%3A%2F%2Fblogs%2Eband%2Ecom%2Ebr%2Fbarbaragancia%2Findex%2Ephp%2F2009%2F08%2F13%2Fpau%2Dna%2Dmaquina%2F&feature=player_embedded
Passem para suas listas, quando mais gente acessar, melhor!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Tudo tem o seu preço?
Ao longo da história da humanidade, grandes decisões foram fundamentais para salvar vidas ou provocar mortes, construir ou destruir. E por trás destes acontecimentos, sempre tivemos o próprio homem em exercício do livre arbítrio, ou seja, da capacidade de escolher e decidir sobre o seu destino.
A escolha é inerente à natureza humana, pois foi por intermédio de grandes iniciativas ou decisões que o homem evoluiu da idade da pedra ao fantástico avanço tecnológico dos dias atuais. Porém, a capacidade de eleger o que o indivíduo julga ser melhor para si ou para um coletivo de pessoas, está na razão direta de como o seu "eu" relaciona-se consigo mesmo e com o mundo à sua volta. Um indivíduo egocêntrico, por exemplo, muito centrado em si mesmo, dificilmente terá capacidade de discernir se a sua decisão afetará ou não consideravelmente outras pessoas, pois o que inconscientemente importa para ele é a desesperada tentativa de satisfação de suas necessidades narcísicas, não importando as consequências da decisão tomada.
A vida nos garante a liberdade de escolha de nossos desígnios. Nada pode interferir na orientação natural que garante ao ser humano o livre arbítrio. Somos seres interdependentes e livres, e esse paradoxo assegura-nos a liberdade, mas ao mesmo tempo, exige-nos (auto)responsabilidade diante da experiência vital, o que significa que somos seres livres mas responsáveis pelas nossas escolhas...
E esse verdadeiro desafio humano que envolve liberdade com responsabilidade, tem sido ao longo dos séculos, o grande problema da humanidade, à medida que o homem tem demonstrado dificuldades em associar o livre arbítrio com a obrigação de responder pelos próprios atos ou pelos atos de outrem.
No entanto, continuamos consciente ou inconscientemente, perseguindo o equilíbrio entre ser livre e ser responsável... e entre altos e baixos de nossas experiências vitais, algumas vezes, paramos para refletir sobre a sensatez ou insensatez de nossas escolhas...
E o preço de cada escolha está na razão direta da avaliação que fazemos a respeito da experiência vivenciada. É a única forma do indivíduo, através de erros e acertos, gradualmente, processar a sua evolução consciencial. Na verdade, aprendemos com os erros...
Sob o ponto de vista da reencarnação, somos a síntese de erros e acertos cometidos no histórico de muitas vidas do espírito reencarnado. E nessa linha de raciocínio, o sofrimento representado pela perdas, doenças, deformações físicas e incapacidades severas, é o resultado (efeito) do desequilíbrio (causa) provocado pelas nossas escolhas anteriores...
Sempre teremos um preço a pagar, é a lei de causa e efeito... e esse preço que não é punição, mas consequência de nossos atos pretéritos, será cada vez mais baixo à medida que processarmos o equilíbrio entre acertos e erros consideráveis à luz da consciência. Quanto mais "acertarmos", tendo como parâmetro a consciência, menos temos a "pagar", até o momento existencial que conseguimos quitar o saldo devedor acumulado do passado-presente.
Quando é chegado esse momento, a vida se renova para o espírito livre dos grilhões do pretérito, e um horizonte de possibilidades se abre no porvir da existência, convidando-o a continuar a sua caminhada rumo à expansão de sua consciência.
Contudo, esse degrau evolutivo não garante ao ser a libertação total de sua condição humana sujeita a erros em suas escolhas de vida, pois mais uma vez reencarnado, o espírito sujeita-se às consequências da orientação do livre arbítrio...
Na vida, tudo tem o seu preço... e esse valor a ser pago depende do nível de percepção que adquirimos a respeito do que elaboramos de nossas experiências vitais baseadas em escolhas consideradas sensatas ou insensatas. É o jogo da vida... e se quisermos evoluir teremos que, necessariamente, aprender a jogar esse jogo para que nos tornemos futuros vencedores.
fonte:Psicoterapeuta Interdimensional. www.flaviobastos.com
A escolha é inerente à natureza humana, pois foi por intermédio de grandes iniciativas ou decisões que o homem evoluiu da idade da pedra ao fantástico avanço tecnológico dos dias atuais. Porém, a capacidade de eleger o que o indivíduo julga ser melhor para si ou para um coletivo de pessoas, está na razão direta de como o seu "eu" relaciona-se consigo mesmo e com o mundo à sua volta. Um indivíduo egocêntrico, por exemplo, muito centrado em si mesmo, dificilmente terá capacidade de discernir se a sua decisão afetará ou não consideravelmente outras pessoas, pois o que inconscientemente importa para ele é a desesperada tentativa de satisfação de suas necessidades narcísicas, não importando as consequências da decisão tomada.
A vida nos garante a liberdade de escolha de nossos desígnios. Nada pode interferir na orientação natural que garante ao ser humano o livre arbítrio. Somos seres interdependentes e livres, e esse paradoxo assegura-nos a liberdade, mas ao mesmo tempo, exige-nos (auto)responsabilidade diante da experiência vital, o que significa que somos seres livres mas responsáveis pelas nossas escolhas...
E esse verdadeiro desafio humano que envolve liberdade com responsabilidade, tem sido ao longo dos séculos, o grande problema da humanidade, à medida que o homem tem demonstrado dificuldades em associar o livre arbítrio com a obrigação de responder pelos próprios atos ou pelos atos de outrem.
No entanto, continuamos consciente ou inconscientemente, perseguindo o equilíbrio entre ser livre e ser responsável... e entre altos e baixos de nossas experiências vitais, algumas vezes, paramos para refletir sobre a sensatez ou insensatez de nossas escolhas...
E o preço de cada escolha está na razão direta da avaliação que fazemos a respeito da experiência vivenciada. É a única forma do indivíduo, através de erros e acertos, gradualmente, processar a sua evolução consciencial. Na verdade, aprendemos com os erros...
Sob o ponto de vista da reencarnação, somos a síntese de erros e acertos cometidos no histórico de muitas vidas do espírito reencarnado. E nessa linha de raciocínio, o sofrimento representado pela perdas, doenças, deformações físicas e incapacidades severas, é o resultado (efeito) do desequilíbrio (causa) provocado pelas nossas escolhas anteriores...
Sempre teremos um preço a pagar, é a lei de causa e efeito... e esse preço que não é punição, mas consequência de nossos atos pretéritos, será cada vez mais baixo à medida que processarmos o equilíbrio entre acertos e erros consideráveis à luz da consciência. Quanto mais "acertarmos", tendo como parâmetro a consciência, menos temos a "pagar", até o momento existencial que conseguimos quitar o saldo devedor acumulado do passado-presente.
Quando é chegado esse momento, a vida se renova para o espírito livre dos grilhões do pretérito, e um horizonte de possibilidades se abre no porvir da existência, convidando-o a continuar a sua caminhada rumo à expansão de sua consciência.
Contudo, esse degrau evolutivo não garante ao ser a libertação total de sua condição humana sujeita a erros em suas escolhas de vida, pois mais uma vez reencarnado, o espírito sujeita-se às consequências da orientação do livre arbítrio...
Na vida, tudo tem o seu preço... e esse valor a ser pago depende do nível de percepção que adquirimos a respeito do que elaboramos de nossas experiências vitais baseadas em escolhas consideradas sensatas ou insensatas. É o jogo da vida... e se quisermos evoluir teremos que, necessariamente, aprender a jogar esse jogo para que nos tornemos futuros vencedores.
fonte:Psicoterapeuta Interdimensional. www.flaviobastos.com
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